José Luciano S. Furtado
Este Blog tem por finalidade a troca de informações sobre Gestão de Empresas e Marketing e também como contato para contratação de Cursos e Palestras nestas áreas, pelos consultores da Fleury Furtado - Gestão e Marketing Ltda.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Educação no Brasil...
A Profa. Amanda Gurgel, defende com respeito e coragem a causa dos professores no Brasil. Vale a pena assistir este corajoso depoimento que mostra, com toda a crueza, a situação educacional no Brasil, frente à demagogia dos nosso políticos.
sábado, 21 de maio de 2011
Treinamento à Distância
A Fleury Furtado Gestão em Marketing Ltda, firma parceria com a WOli Consultoria e Treinamento Ltda. para a comercialização dos cursos à distância da série: "Fácil Aprender".
Trata-se de um secesso do mercado, com mais 300.000 alunos treinados.
Aproveite a oportunidade e invista na sua formação, clicando nos cursos da série "Fácil Aprender"
Trata-se de um secesso do mercado, com mais 300.000 alunos treinados.
Aproveite a oportunidade e invista na sua formação, clicando nos cursos da série "Fácil Aprender"
José Luciano S. Furtado
Imaginarium tem vitrine censurada em shoppings
Cenário criado para o Dia dos Namorados foi criticado em São Paulo, Brasília e Porto Alegre
Rio de Janeiro - A Imaginarium teve sua vitrine de Dia dos Namorados censurada em shoppings de São Paulo, Brasília e Porto Alegre. Os centros comerciais alegaram que a ação da marca, com o mote “Só quero com você”, contém sensualidade excessiva.
Para atender à exigência dos centros comerciais, a empresa colocará uma tarja preta nas partes criticadas. A cena retratada nas lojas traz um casal abraçado girando.
Enquanto o homem mostra flores, a mulher tem um lado mais provocativo, para promover a coleção desenvolvida para o período.
Para atender à exigência dos centros comerciais, a empresa colocará uma tarja preta nas partes criticadas. A cena retratada nas lojas traz um casal abraçado girando.
Enquanto o homem mostra flores, a mulher tem um lado mais provocativo, para promover a coleção desenvolvida para o período.
Juliana Castro, do Mundo do Marketing (20/05/2011)
Quando o impacto é grande, o conteúdo é espontâneo
Guerrilha é um termo que se refere originalmente à estratégia em que os combatentes se movem com extrema rapidez, geralmente com poucos equipamentos, mas contam com ataques-surpresa aos inimigos. Nesses casos, o investimento em material bélico não é grande, mas guerrilheiros conhecem muito bem o terreno de combate e, muitas vezes, contam com a ajuda da população.
A expressão foi reaproveitada para dar nome ao tipo de ação de marketing que ocorre sem investimentos altos e, na maioria dos casos, em uma curta duração de tempo, mas suficiente para chamar a atenção de um grande número de pessoas.Ações de marketing de guerrilha acontecem fora das mídias convencionais justamente com o objetivo de surpreender o público e gerar conteúdo espontâneo nas mídias sociais. Por esse motivo, precisam "sair do quadrado", ser criativas, extremamente originais e impactantes.
Post-it: a memória é frágil
A post-it tinha uma boa circulação em escritórios e empresas, mas recebia pouca atenção de estudantes. A ação de marketing de guerrilha promovida pela marca buscava, portanto, atingir esse público e conseguir estabelecer uma conexão com as necessidades dele.Na porta de uma das principais universidades do Peru, a marca instalou um letreiro feito de gelo, com a seguinte frase esculpida: "Devolver o livro de inglês".
Com o decorrer do dia, o gelo foi derretendo, desmanchando a mensagem e reforçando a ideia de que assim como o gelo, a memória era frágil e não se podia confiar muito nela.
A intervenção foi criada pela agência El Garaje Lowe, do Peru.
Exame.com (21/05/2011)
terça-feira, 17 de maio de 2011
Meditação reduz sensação de dor e ajuda a superar efeitos de doenças
Publicada em 14/05/2011 às 19h46m
Roger Dobson, do IndependentA pesquisa de Brown e outros especialistas em dor da Universidade de Manchester dá mais indicações de como a meditação pode servir para aliviar os sintomas de condições tão diversas como dor crônica, artrite reumática, depressão, ansiedade, insônia e síndrome do cólon irritável.
- A meditação parece funcionar reduzindo a antecipação e a visão negativa da dor e não por distrair a atenção da própria sensação de dor - diz ele. - Quando as pessoas meditam, elas se focam em sua respiração e outras sensações corporais e aprendem a experimentar essas sensações com atitudes de aceitação, abertura e curiosidade. Isso parece reduzir os pensamentos negativos sobre sensações como a dor.
As origens da meditação datam de milhares de anos, e há muitos tipos diferentes, como samadhi, mantra, zen budismo, ioga, Sahaj Marg e duas das mais praticadas no Ocidente, a meditação transcendental e de atenção plena.
Raízes no budismo e no hinduísmoMuitas das raízes da meditação de atenção plena estão no budismo e em uma das mais difundidas formas os praticantes são ensinados a focarem a atenção na sensação de inspiração e expiração. Eles também aprendem a direcionar sua atenção no que está sendo experimentado no presente e não pensar no futuro ou no passado. Desta forma, sugere-se que os praticantes aprendem a experimentar pensamentos e sensações do dia a dia com mais equilíbrio e aceitação. Já a meditação transcendental tem suas raízes no hinduísmo, e usa mantras - palavras repetidas silenciosamente - para bloquear distrações. Seu objetivo é atingir um estado de atenção relaxada.
Centenas de estudos avaliaram os efeitos da meditação na saúde, e muitos encontraram benefícios. Mas é difícil realizar testes controlados com placebo nas terapias que envolvem a meditação. Muitas pesquisas simplesmente comparam resultados entre aqueles que praticam meditação com outros que não praticam e é um problema complexo montar experimentos que controlem tudo que possa contribuir para um efeito placebo, que é alto nestes tipos de terapias.
Outra forma de validar os efeitos da meditação seria revelar os mecanismos que a fazem funcionar, e muitos pesquisadores estão fazendo justamente isso. No Grupo de Pesquisas sobre Dor Humana da Universidade de Manchester, os cientistas estão conduzindo testes de percepção de dor em 27 homens e mulheres, metade dos quais pratica meditação. Os voluntários foram expostos a pontadas de dor causadas por um laser em períodos de cinco minutos.
- Descobrimos por meio de exames do cérebro que os praticantes de meditação tinham menos atividade nas áreas associadas com a antecipação. Eles também tinham uma redução da sensação de dor quando comparados com outras pessoas - conta Brown. - Acreditamos que na meditação o foco na respiração, por exemplo, ancora o indivíduo no presente e não no passado ou no futuro. Quando eles experimentam a dor, não a bloqueiam, mas lidam com ela de uma maneira menos negativa. Dessa forma, a meditação deve reduzir a avaliação emocional da dor ou de outros eventos estressantes por retirar a atenção da antecipação de seu sofrimento.
Ação direta no sistema nervosoTambém foi sugerido que a meditação pode funcionar por afetar o sistema nervoso autônomo, ou involuntário, que regula o funcionamento de muitos órgãos e músculos, controlando funções como a frequência cardíaca, sudorese, respiração e digestão. Ele consiste do sistema nervoso simpático, que prepara o corpo para a ação, como respostas de "lute ou fuja" em que o batimento cardíaco acelera e os vasos sanguíneos se contraem; e o sistema nervoso parassimpático, que diminui o ritmo cardíaco e de respiração e faz os vasos sanguíneos se expandirem, aumentando a circulação. Acredita-se que a meditação reduz a atividade do sistema simpático e aumenta a do parassimpático. Mas de 50 testes clínicos estão sendo realizados para avaliar os efeitos da meditação sobre várias doenças e condições, e como ela funciona.
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quinta-feira, 12 de maio de 2011
Pesquisa de mercado não é pãozinho
Quando se trata de trabalhar e buscar as informações mercadológicas , de um modo geral o varejo sempre ficou atrás da indústria, seja pela necessidade inerente a esse segmento, que se tornou mais “profissional” pela competitividade acirrada e, portanto, passou a valorizar a busca pelas informações mercadológicas e o conhecimento do consumidor; seja pela velocidade do varejo, sempre usada como motivo para que o segmento se preocupasse muito mais com o chão da loja, o dia a dia e a negociação acirrada com fornecedores, entre outras coisas.
Essa realidade, porém, vem se alterando de modo irreversível. Em velocidades diferentes, é bem verdade: mais rapidamente para alguns setores do varejo que para outros, mas ninguém com um mínimo de percepção deixa esse assunto de lado.
A Pesquisa de Mercado, um dos instrumentos de informação e análise sobre os consumidores e o mercado, mais usada principalmente pela indústria, vem sendo usada cada vez mais pelo varejo. Muitos, porém, ainda a encaram como uma ferramenta a ser usada para confirmar algo que algum executivo de determinada empresa já sabia. Olhando por esse prisma, a pesquisa realmente se torna apenas uma despesa, pois ela desde o início estará fadada ao fracasso. Mesmo que a pesquisa aponte uma direção diferente da tomada pela empresa, ela será subtilizada, porque muitos no varejo ainda preferem acreditar na sua intuição. Essa pesquisa já está errada na essência, e não vai passar de mais uma fatura para o departamento financeiro pagar, pois todos os fatores que fazem uma pesquisa obter sucesso e retorno e ser caracterizada como um investimento foram ignorados.
Entre esses fatores estão a objetividade da pesquisa e o tempo. Tempo de preparação, da operação em si e o tempo do próprio cliente, porque muitas pesquisas são realizadas quando não há mais como mudar uma decisão, caso o resultado aponte que o caminho escolhido está errado. Esse fato, aliado ao já conhecido jargão de que o varejo tem uma velocidade tão grande que fica difícil acompanhar, acaba por criar para o setor a imagem de que a pesquisa de mercado é algo custoso e com benefícios pouco claros. As empresas que agem dessa maneira sempre dependerão do feeling de uns poucos executivos para obter sucesso. Mas o feeling muitas vezes falha.
Assim como temos que entender a dinâmica do varejo, o varejo tem que entender a dinâmica de uma pesquisa de mercado, e não tratá-la como uma padaria da qual os pãezinhos saem de hora em hora, ou como uma mercadoria em que se ganha quando comprada por um preço irresistível.
Para que essa cultura de inteligência se torne um padrão, como já é de praxe para a indústria, terá que haver uma compreensão mútua. Do lado do varejo, no sentido de encarar a pesquisa de mercado como um benefício importante para a tomada de decisão (e, portanto, um investimento com alto potencial de retorno), desde que sejam respeitadas suas premissas básicas: objetividade, tempo real para execução e valores de venda que não comprometam a qualidade do trabalho. Não se pode tratar a pesquisa como uma mercadoria que será vendida na loja.
Do lado das empresas de pesquisa, compreender melhor a “dinâmica” do varejo é essencial, melhorando os prazos de execução, treinando melhor seus pesquisadores para necessidades específicas e introduzindo metodologias de avaliação customizadas, além de análises diferenciadas.
Feito isso, todos os envolvidos terão a certeza de caminhar para um mesmo objetivo, sem pedras no meio do caminho. O varejo não verá mais a pesquisa de mercado apenas como despesa sem retorno aparente, ou como mais um produto (pãozinho) a ser vendido, e sim como uma ferramenta importante que vai ajudá-lo a vender muito mais pães e, quem sabe, manteiga, leite, frios, biscoitos...
Fabio Beltrão (fabio@gsmd.com.br) , sócio-diretor da GS&MD – Gouvêa de Souza (12-05-2011)
Essa realidade, porém, vem se alterando de modo irreversível. Em velocidades diferentes, é bem verdade: mais rapidamente para alguns setores do varejo que para outros, mas ninguém com um mínimo de percepção deixa esse assunto de lado.
A Pesquisa de Mercado, um dos instrumentos de informação e análise sobre os consumidores e o mercado, mais usada principalmente pela indústria, vem sendo usada cada vez mais pelo varejo. Muitos, porém, ainda a encaram como uma ferramenta a ser usada para confirmar algo que algum executivo de determinada empresa já sabia. Olhando por esse prisma, a pesquisa realmente se torna apenas uma despesa, pois ela desde o início estará fadada ao fracasso. Mesmo que a pesquisa aponte uma direção diferente da tomada pela empresa, ela será subtilizada, porque muitos no varejo ainda preferem acreditar na sua intuição. Essa pesquisa já está errada na essência, e não vai passar de mais uma fatura para o departamento financeiro pagar, pois todos os fatores que fazem uma pesquisa obter sucesso e retorno e ser caracterizada como um investimento foram ignorados.
Entre esses fatores estão a objetividade da pesquisa e o tempo. Tempo de preparação, da operação em si e o tempo do próprio cliente, porque muitas pesquisas são realizadas quando não há mais como mudar uma decisão, caso o resultado aponte que o caminho escolhido está errado. Esse fato, aliado ao já conhecido jargão de que o varejo tem uma velocidade tão grande que fica difícil acompanhar, acaba por criar para o setor a imagem de que a pesquisa de mercado é algo custoso e com benefícios pouco claros. As empresas que agem dessa maneira sempre dependerão do feeling de uns poucos executivos para obter sucesso. Mas o feeling muitas vezes falha.
Assim como temos que entender a dinâmica do varejo, o varejo tem que entender a dinâmica de uma pesquisa de mercado, e não tratá-la como uma padaria da qual os pãezinhos saem de hora em hora, ou como uma mercadoria em que se ganha quando comprada por um preço irresistível.
Para que essa cultura de inteligência se torne um padrão, como já é de praxe para a indústria, terá que haver uma compreensão mútua. Do lado do varejo, no sentido de encarar a pesquisa de mercado como um benefício importante para a tomada de decisão (e, portanto, um investimento com alto potencial de retorno), desde que sejam respeitadas suas premissas básicas: objetividade, tempo real para execução e valores de venda que não comprometam a qualidade do trabalho. Não se pode tratar a pesquisa como uma mercadoria que será vendida na loja.
Do lado das empresas de pesquisa, compreender melhor a “dinâmica” do varejo é essencial, melhorando os prazos de execução, treinando melhor seus pesquisadores para necessidades específicas e introduzindo metodologias de avaliação customizadas, além de análises diferenciadas.
Feito isso, todos os envolvidos terão a certeza de caminhar para um mesmo objetivo, sem pedras no meio do caminho. O varejo não verá mais a pesquisa de mercado apenas como despesa sem retorno aparente, ou como mais um produto (pãozinho) a ser vendido, e sim como uma ferramenta importante que vai ajudá-lo a vender muito mais pães e, quem sabe, manteiga, leite, frios, biscoitos...
Fabio Beltrão (fabio@gsmd.com.br) , sócio-diretor da GS&MD – Gouvêa de Souza (12-05-2011)
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Microsoft compra o Skype por U$8,5 bi
Buscando se aproximar do consumidor final e empresas de menor porte, onde a Aplle e Google se destacam, a Microsoft faz a aquisição mais cara da sua história, adquirindo a Skype por U$8,5 bilhões.
José Luciano S. Furtado - Fleury Furtado Gestão e Marketing Ltda.
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