quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Tudo é uma Questão de Atitude...

Jerry era o tipo de pessoa que você adoraria detestar.

Ele sempre estava de bom humor e sempre tinha alguma coisa positiva para dizer.

Quando alguém lhe perguntava como ia, ele respondia: “Melhor do que estou, só se fosse dois!”

Ele era um gerente ímpar porque tinha vários garçons que o seguiam para o restaurante que fosse. Os garçons acompanhavam Jerry por causa da sua atitude. Ele era um motivador nato.

Se um empregado estava num dia ruim, Jerry lhe mostrava como olhar para o lado positivo da situação.

Observando seu estilo, fiquei muito curioso. Então, um dia, procurei pelo Jerry e lhe disse: “Não consigo entender isso! Não dá para ser uma pessoal positiva o tempo todo. Como você faz isto?”

Jerry respondeu: “Cada manhã eu acordo e digo para mim mesmo: Jerry, você tem duas escolhas hoje: você pode optar por passar o dia bem humorado ou mal humorado. Eu escolho bem humorado. Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher entre ser vítima ou aprender com a nova situação. Eu escolho aprender. Cada vez que alguém vem se queixar, eu posso escolher entre aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. Eu escolho o lado positivo da vida.”

- Ok, está certo, mas não é assim tão fácil, eu protestei.

- “É sim, disse Jerry. A vida é toda feita de escolhas. Quando você elimina todo o lixo, cada situação se torna uma escolha. Você escolhe como reagir em cada situação. Você escolhe como as pessoas vão afetar o seu humor. O cerne da questão é: como viver sua vida é, unicamente, escolha sua.”

Passei a refletir sobre o que Jerry havia dito. Logo depois disto, sai do ramo de restaurantes para iniciar meu próprio negócio. Perdemos o contato mas, frequentemente, eu pensava nele, antes de reagir, quando tinha que fazer uma escolha na vida. Muitos anos mais tarde, soube que Jerry havia cometido um erro que jamais deve ser cometido num restaurante. Certa manhã ele esqueceu a porta dos fundos aberta e foi surpreendido com um cano de revólver na cabeça e três ladrões armados. Tentando abrir o cofre, as mãos de Jerry tremeram de nervoso, deixando escapar a combinação. Os bandidos entraram em pânico e atiraram.

Felizmente Jerry foi encontrado a tempo de ser rapidamente levado ao hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, Jerry recebeu alta, ainda com fragmentos de bala no corpo.

Encontrei-o aproximadamente 6 meses após o acidente. Quando lhe perguntei como estava, ele respondeu: “Melhor do que estou, só se fosse dois! Quer ver minhas cicatrizes?” Preferi não ver, mas perguntei o que se passou por sua cabeça no momento do assalto.

- “A primeira coisa que pensei, foi que: devia ter trancado a porta dos fundos. Depois, deitado no chão, lembrei que eu tinha duas escolhas: podia escolher viver, ou escolher morrer. Escolhi viver.”

- Você não estava assustado? Você desmaiou? – perguntei.

Jerry continuou: - “Os paramédicos foram ótimos. Eles não paravam de dizer que eu ia ficar bom. Mas quando eles me levaram para o centro cirúrgico, vi as expressões nos rostos dos médicos e enfermeiras e aí, fiquei realmente assustado. Eu podia ler em seus olhos que estava à beira da morte. Eu sabia que tinha que agir rápido.”

- O que você fez? – perguntei.

- “Bem, havia uma enfermeira enorme, me fazendo perguntas. Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. Respondi que sim. Os médicos e enfermeiras pararam de trabalhar e ficaram esperando pela minha resposta. Respirei fundo e gritei: a balas! E num tom mais alto que suas risadas eu lhes disse: estou escolhendo viver! Me operem como a um vivo e não um morto.”

Jerry viveu, graças (a Deus, claro) à habilidade dos médicos, mas também por causa da sua incrível atitude. Com ele, aprendi temos a escolha de viver plenamente.

Tenha atitudes positivas. Viva com fé e otimismo e a vida terá outro brilho para você. 

Autor Desconhecido

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Mais Cirque du Soleil

Na semana passada, falamos sobre os cinco atributos exigidos de todos os integrantes do Cirque du Soleil, o que permite que tanto funcionários quanto executivos trabalhem de forma unificada e sejam avaliados da mesma maneira.

Como recebi inúmeros e-mails pedindo mais informações sobre o trabalho de gestão de pessoas do Cirque, resolvi dar continuidade ao tema, falando, agora, a respeito do que se espera hoje dos funcionários e como são trabalhados os cinco atributos em cada nível hierárquico. Acompanhe-os, José:

Colaboradores, técnicos e profissionais:

  • Questionam-se sobre os processos e maneiras existentes de executar as tarefas com o objetivo de aprimorá-las e simplificá-las.
  • Identificam os problemas e trazem soluções para eliminá-los.
  • Fazem trocas e estão abertos a novas ideias ou maneiras de fazer.
  • Não hesitam em propor soluções criativas, imaginativas ou práticas para melhorar seu trabalho ou o da equipe.
  • Participam da avaliação dos trabalhos, impactos e riscos da implementação de novas soluções sobre sua atuação e de seu grupo.

Supervisores e chefes:

  • Ouvem, organizam e estimulam ideias que podem oferecer um valor agregado ao seu setor, seja em performance, eficiência, agilidade ou qualquer outro aspecto.
  • Reforçam o partilhar de ideias em sua equipe e com os outros grupos.
  • Apoiam a busca e a implementação de soluções mais favoráveis, sempre organizando a avaliação dos trabalhos, impactos e riscos.
  • Mostram distanciamento para analisar os desafios e encontrar respostas mais apropriadas.

Executivos:

  • Adotam perspectivas diferentes e ideias inovadoras para levar a instituição mais longe.
  • Apoiam a pesquisa e a implementação de soluções mais favoráveis em todos os setores da organização.
  • Estimulam a audácia e a decisão pelo risco, tolerando os erros em limites razoáveis.
  • Tiram seus colaboradores de sua área de conforto para favorecer a renovação e a abertura.
  • Elaboram estratégias e planos de ação, apoiando-se num diagnóstico sólido e factual da situação.

A cultura de sua companhia pode ser diferente da do Cirque du Soleil, José. Entretanto, isso não impede que vocês lembrem-se de:

  • Demonstrar por meio de paixão e ações o desejo de contribuir para o sucesso da empresa.
  • Ser responsável pelos seus resultados e pelo impacto do seu trabalho sobre o resultado dos outros.
  • Mostrar através de suas ações e relacionamento com os outros que está comprometido e respeita a cultura e os valores da companhia.
  • Construir e manter uma relação de confiança e colaboração com seus colegas.
  • Visar a excelência, propondo e praticando ações que permitam à empresa ser mais ágil e eficiente.

Depois, é só se preparar para colher os louros do sucesso, assim como faz o Cirque du Soleil. Boa sorte!

Um grande abraço,

Cleverson Uliana
Redator-chefe da revista Liderança
cleverson@lideraonline.com.br

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Pare de empurrar a sujeira para baixo do tapete!

Quando eu era criança, costumava ajudar minha mãe com as tarefas domésticas. Certo dia, ela me pediu para varrer a sala, mas eu já tinha combinado de brincar com minhas amigas. Então, para terminar logo e ir ao encontro delas, empurrei toda a sujeira embaixo do tapete, assim seria mais rápido.


Logo que terminei, fui brincar feliz da vida. No dia seguinte, recebemos visitas em casa e uma pessoa precisou levantar o tapete para procurar algo que havia perdido. E o que apareceu? A sujeira que empurrei embaixo do tapete. Minha mãe, muito envergonhada, pediu desculpas às pessoas e lançou um olhar fulminante sobre mim. Assim que as visitas foram embora, ela chamou a minha atenção, pediu para eu não fazer mais aquilo e me deu o seguinte castigo: “Uma semana sem brincar com suas amigas”.

Lembrei-me dessa história porque estava pensando em como temos a capacidade de transformar pequenos problemas em coisas bem maiores e como isso prejudica nossa vida pessoal e profissional. Na década de 70, M. Scott Peck escreveu em seu livro A trilha menos percorrida que o grande erro que as pessoas cometem é acreditar que os problemas irão embora sozinhos. Ledo engano, eles permanecem e, muitas vezes, tornam-se piores que eram. “A maioria dos nossos grandes problemas resulta do fato de não termos enfrentado previamente os pequenos ou nos dedicado à verdade.”

Como você tem cuidado das pequenas dificuldades que aparecem em sua vida? Faça uma reflexão e avalie se as piores situações pelas quais já passou ou está passando não são resultados de um pequeno problema que você não resolveu ou deixou de lado. Não adie as soluções que necessita, não deixe que pequenas dificuldades se tornem maiores nem crie grandes monstros em sua vida. Afinal, quanto maiores os problemas, mais tempo e energia precisarão ser investidos para solucioná-los! 

Então, que tal escolher um pequeno problema e buscar uma solução para ele agora mesmo? Faça isso como exercício! Mas lembre-se de pensar nisso sempre a fim de evitar que você passe por grandes dificuldades em função de não ter solucionado algo pequeno. Não empurre a sujeira para baixo do tapete!


Karen Jardzwski
Redatora-chefe da revista Motivação
karen@motivaonline.com.br

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A arte da gestão de pessoas no Cirque du Soleil 

Um grupo formado por jovens criadores, empreendedores, artistas, artesãos e pessoas de rua vindos da comunidade. Um desejo de reinventar as artes circenses, criando novas experiências e apresentando espetáculos em todo o mundo. Assim, nasceu o Cirque du Soleil, José.

Sonho que se transformou em uma das empresas mais rentáveis e admiradas do mundo, além de um dos maiores cases em gestão de pessoas da atualidade. Afinal, são mais de 4 mil colaboradores de 40 nacionalidades e 25 idiomas diferentes.

Uma das maiores necessidades era alinhar a avaliação de todos os colaboradores à cultura da companhia, mas isso só aconteceu quando o processo foi baseado nos valores da empresa. Com a participação dos funcionários, chegou-se a cinco atributos, que hoje refletem a essência de tudo que é o Cirque du Soleil. Além disso, permitem que tanto colaboradores quanto executivos trabalhem de forma unificada e sejam avaliados da mesma maneira.

  • Apaixonado – Para permanecer inovador e continuar fascinando o público, a paixão é essencial tanto nos bastidores como em cena, sob os toldos e também nos estúdios, oficinas e escritórios. Diante dos desafios e obstáculos, a paixão é o mecanismo que faz as ideias brotarem, os projetos ganharem forma e o circo se tornar o Cirque.
  • Responsável – O sucesso do Cirque depende da contribuição de cada um, mas ela só conduzirá ao sucesso se for feita de forma responsável. Negar os limites do possível é ir sempre mais longe, porém respeitando a integridade, saúde e segurança dos outros.
  • Comprometido – Demonstrar todos os dias, em todas as ações e no relacionamento com as outras pessoas que respeitar a cultura e os valores da companhia é estar comprometido com a instituição e com os colegas.
  • Participante da equipe – O crescimento do Cirque continua e, com ele, vem o aumento de colaboradores de origens e culturas diferentes. Para vencer os desafios, que ainda estão por vir, é preciso mais que nunca combinar as forças, estabelecer pontes e sempre manter os canais de comunicação abertos para que a diversidade continue sendo um diferencial competitivo.
  • Criativo – Desde o início, os desafios são o coração e o pulmão do Cirque. O desejo de negar os limites e constantemente reinventar faz com que a empresa, hoje, seja um modelo no mundo dos negócios.

Que tal seguir o exemplo do Cirque du Soleil e rever a forma de avaliar seus colaboradores, José? Será que o que você espera de cada um está alinhado com os valores da sua empresa? A cultura de sua organização pode não ser a mesma do Cirque, porém isso não o impede de colocar em prática as lições da companhia que hoje é uma das maiores referências universais em liderança e gestão de pessoas.

Um grande abraço,

Cleverson Uliana
Redator-chefe da revista Liderança
cleverson@lideraonline.com.br

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Liquidação ou Promoção?

Por que será que, sempre que mencionamos a palavra “Promoção”, a primeira idéia que vem à cabeça do empresário é: “Baixar Preço e Aumentar Prazo”?

Para relembrá-los, a palavra “Promoção”, vem da palavra inglêsa “Promotion”, que segundo o dicionário Michaelis que dizer: “Tarefa de marketing que visa a informar, persuadir, influenciar e manter o indivíduo na escolha de um determinado produto ou serviço”.

A “Promoção”, compõe, juntamente com “Praça”, “Produto” e “Preços” os 4 pilares que sustentam o composto de Marketing e, como vimos acima, tem um contexto muito mais abrangente que: “Baixar Preço e Aumentar Prazo”. Colocando de forma mais simples, podemos dizer que: Promoção é uma maneira da empresa dizer ao mercado: “Olha, estou aqui!!!” e colocar em risco a rentabilidade do negócio, com certeza, é a pior forma de se dizer isto. Vamos a um exemplo:

Quando precisamos de um médico cirugião para alguma operação, será que procuraríamos o mais barato e que nos desse o maior prazo para pagamento? Você não pagaria um pouco mais por uma calça ser entregue em sua casa, na hora marcada passada e com a bainha pronta? Como vc se sentiria, sendo reconhecido pelo nome ao ligar para uma lanchonete de fast-food e o atendente lhe perguntasse se queria o lanche de sempre? Será que esta atenção mereceria uma alguma remuneração extra? Quanto vale uma latinha de cerveja, gelada, para um banhista, numa praia, debaixo de um sol de 40 graus? Será que ele estaria disposto a pagar 20% a mais por esta latinha?

Então por que, sempre que pensamos em promoção, lembramos logo de abaixar as nossas margens já tão apertadas? Será que isto é mais fácil do que descobrir o que faria o cliente preferir o nosso produto ou serviço, mesmo que estes tivessem um preço um pouco mais elevado em relação ao concorrente?

Precisamos lembrar que o cliente paga, não pelo produto ou serviço, mas sim pelo valor percebido dos benefícios que estes produtos ou serviço trarão para eles e esta percepção é medida pela equação: Valor = benefícios – sacrifício para adquirir (entre estes sacrifícios, está o custo do produto ou serviço). Se o resultado for positivo, o cliente estará disposto a pagar o preço pedido, se for negativo, com certeza, a venda não se concretizará. Cumpre ao Consultor de Clientes, descobrir quais são as necessidades do seu cliente e quais benefícios seu produto ou serviço tratá para ele, além, é claro, de saber a cota de sacrifício que este cliente estará disposto a dispender para adquirir estes benefícios. Depois, é só trabalhar a mente do cliente, para que ele perceba a vantagem que ele está levando.

Vamos pensar no que acabamos de conversar e, a partir desta reflexão, parar de denegrir a imagem dos nossos produtos e serviços, abaixando seus preços, numa clara referência de que: eles “realmente não valiam o preço que estavamos pedindo”.

 

José Luciano S. Furtado

  joselu@woli.com.br

    www.woli.com.br

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

De quem é a culpa?

Nesta semana, terminamos um treinamento, sobre “Habilidades Básicas e Gerenciais”, onde discutimos o texto: “De quem é a Bola?”, sobre a responsabilidade por todo o mal do mundo. Passamos a “Bola” para Adão e Eva, para o Governo, para o Sistema, para Pais e Mães e para a Escola. No final, propusemos uma discussão em grupo, para que pudéssemos definir de quem era a “Bola”, ou seja a culpa pelos males que nos assolam.

Após meia hora, os quatro grupos de seis pessoas cada, chegaram a uma decisão unânime de que a “Bola” era de todos, Governo, Sistema, Pais Mães e Educadores, mas principalmente de cada um de nós. Acaloradamente expuseram que nós temos a maior parcela de culpa por tudo de mal que tem acontecido.

Estranhei o consenso entre os vinte e quatro alunos e a forma que defendiam esta idéia e aproveitei o ensejo para propor mais um exercício: “De quem é a culpa de nosso desemprego?” - já que a maior parte dos participantes estava em busca de qualificação para se engressar no mercado de trabalho.

Após o mesmo período da primeira discussão, os grupos se apresentaram, ainda mais acaloradamente, dizendo que a “Culpa” era do Governo, Situação, Tecnologia e principalmente dos Empregadores que investiam em tecnologia, o que diminuía os postos de trabalho e os discriminava quanto a escolaridade, aparência, cor e principalmente pela falta de experiência.

Depois de ouvir com atenção, perguntei a eles se nós também não temos uma parcela de culpa, pela nossa falta de qualificação, de atualização e principalmente pela nossa inércia, ao ficarmos esperando que as coisas aconteçam ao invés de fazermos acontecer. Se os mesmos não estavam percebendo que a primeira proposta de discussão era idêntica a segunda, pois o maior mal por que eles estavam passando, agora, era o desemprego? Falei que: como profissional, achava que não faltam empregos mas sim pessoas qualificadas para preenchê-los.

Só faltaram me agredir. Não aceitaram de maneira alguma a sua cota de culpa no seu desemprego. Todos se julgavam muito bem preparados e intencionados e não houve argumentos que os fizessem mudar de opinião naquela hora – ainda bem que até o final do curso consegui alguns avanços.

O que mudou entre a primeira e a segunda proposta de discussão? Nada ao nosso ver, mas para eles, as mazelas do mundo se apresentam como coisas distantes, ouvidas em noticiários de televisão – quando ouvem. A sua alienação os faz distantes deste mundo proposto na primeira discussão, sendo que o desemprego é um fantasma que está ali presente no seu dia a dia e este sim é visto e sentido por todos eles, que se julgam vítimas desta situação apresentada. Assim sendo, quando propomos a sua parcela de culpa pelo que vem acontecendo, os mesmos se rebelam e não reconhecem esta parcela sobre hipótese alguma e este não reconhecimento implica numa não mudança de atitude que os manterá na mesma situação em que se encontram hoje.

Pergunto agora aos caros leitores, de quem é a culpa da situação descrita acima? Será que é só deles, do Governo, da Situação do País, dos Pais, Mães, Educadores ou de cada um de nós, Profissionais, Empresários, Pessoas Esclarecidas, que vemos esta situação como coisa distante, dados estatísticos, apresentados nos noticiários dos jornais e revistas?

José Luciano S. Furtado - joselu@woli.com.br

www.woli.com.br