Este Blog tem por finalidade a troca de informações sobre Gestão de Empresas e Marketing e também como contato para contratação de Cursos e Palestras nestas áreas, pelos consultores da Fleury Furtado - Gestão e Marketing Ltda.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Palestra na Fundação CDL - Pró Criança de BH
domingo, 19 de abril de 2009
"Só porque você dança bem, não significa que vai ser convidado para o baile".
Sua empresa , ou departamento está implantando novas estratégias e táticas administrativas, mas uma concorrente, aparentemente menos organizada e frágil, está tomando o mercado e sendo mais bem sucedida?
Talvez seu problema seja o de estar confundindo ficção com realidade. Na ficção que nos contaram, o importante eram as coisas, estratégias, sistemas, produtos, planilhas, crenças. Na realidade, o importante são as pessoas.
Não existe nada sem pessoas . Não existem vendas - portanto, não existe economia de mercado - não existem casamentos, não existem famílias e, para ser franco, não existe sequer civilização.
Tudo o que você faz , começa e termina em pessoas. Se você tivesse que passar o resto da sua vida com todas as riquezas do universo...sozinho em uma ilha deserta de que valeria qualquer sucesso? Você - e eu - precisamos compartilhar o tempo, a vida e as experiências com outras pessoas.
Empresas que se esquecem deste fator, se concentrando somente no balanço do trimestre, acabam soterradas por guerrilheiros dos negócios ou sabotadas por inúmeros funcionários descontentes que, na melhor das hipóteses, entram em "operação padrão".
Você sabe ser genial, mas as pessoas gostam de trabalhar com você? (Eu não perguntei se elas gostam de passear com você. Isso é fácil. Perguntei se elas gostam de trabalhar com você).. Seus chefes, subordinados e colegas confiam em você como profissional e gostam de trabalhar com você? Se apenas uma dessas perguntas tiver como resposta "não", você ficará abaixo de onde pode chegar.
Se não gostam de estar com você , se notam que você as vê somente como um instrumento (para gerar vendas, por exemplo), o primeiro vendedor "amigo" que aparecer vai tomar seu cliente. Para sempre. Seus funcionários vêem você como um líder, ou como um analista, que corta pessoal sem se preocupar com o "moral" das tropas. Alguém em quem não podem confiar?
Agora deixe-me esclarecer um ponto. Isso não significa que você deva ser "amigo" de todos, ou um bajulador. Seja você mesmo. Sempre. Dá menos trabalho! Faça o que tem que ser feito. Mas, se você não é parte da solução na empresa, na família, no romance, no clube ou na sociedade, então você é parte do problema. E se este é seu caso, cuidado: problemas não são convidados para subir na empresa. Problemas não são bem vindos no casamento.
Problemas não são eleitos. Problemas são e-v-i-t-a-d-o-s, mesmo que inconscientemente. Seja a solução, concentrando-se nas pessoas. O que elas realmente buscam? Do que precisam? O que querem?
Você deve buscar a competência técnica, claro. Mas não precisa ser perfeito como um robô, porque somente pessoas avançam. Robôs a gente constrói, ou desliga. E o único modo de pessoas avançarem com lastro duradouro é quando são apoiadas por outras pessoas. Você é apoiado por outras pessoas?
Em outras palavras , depois da sua competência técnica, seus relacionamentos são a fonte mais importante para o seu futuro, em todos os níveis. Seja na carreira, na família ou na sociedade. Por isso, lembre-se
do que disse Michael Leboeuf : "Só porque você sabe dançar bem, não significa que vai ser convidado para o baile".
E o baile da vida é bem curto. Curto demais. Não espere a última música para entender isso.
Tudo começa, e termina, nas pessoas.
(Artigo de Michael Lebouf, PhD)
quinta-feira, 2 de abril de 2009
O Cavalo e o Porco
Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava um determinado espécime.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu e ele chamou o veterinário:
- Bem, seu cavalo está com uma virose e precisa tomar este medicamento durante 3 dias. No terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa...
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco aproximou-se do cavalo e lhe disse:
- Força, amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco aproximou-se novamente do cavalo insistindo:
- Vamos lá, amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa! Um, dois, três...
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário sacramentou:
- Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco foi ao encontro do cavalo:
- Cara, é agora ou nunca! Levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três... Legal, legal, agora mais depressa, vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa, upa, upa!!! Você venceu, Campeão!!!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa. Vamos matar o porco!
Moral da estória: Quantas vezes isso acontece dentro de uma empresa, ou mesmo em nossas famílias, e não percebemos quem era merecedor do mérito por um sucesso alcançado?
(Autor Desconhecido)
Bons gerentes concentram-se nos pontos fortes dos empregados, e não em suas fraquezas
Marcus Buckingham conhece o suficiente sobre gestão para saber que não é um bom gerente.
Antes de se dedicar à consultoria administrativa e de escrever livros como Primeiro, quebre todas as regras: o que os melhores gerentes do mundo fazem de diferente e A única coisa que você precisa saber... sobre a boa administração, a boa liderança e o sucesso individual permanente, Buckingham foi chefe de pontos fortes da prática de gestão da organização Gallup. Como gerente, não tinha muito entusiasmo pelo cargo. “Eu não era ruim, mas a função não me despertava nenhum interesse”, disse Buckingham, que discorreu sobre gestão e liderança na Conferência sobre Liderança da Wharton (Wharton Leadership Conference), em 9 de junho. O evento foi patrocinado pelo Centro de Liderança e de Gestão de Mudança da Wharton e pelo Centro de Recursos Humanos da instituição.
De acordo com Buckingham, os melhores gerentes têm em comum um talento específico — a capacidade de descobrir, e depois de capitalizar, os traços particulares dos seus empregados. “O princípio diretor consiste em saber de que modo pode-se pegar o talento de uma pessoa e convertê-lo em bom desempenho. Esse é o único caminho para o sucesso.” Contudo, nem todo o mundo tem esse dom, disse Buckingham. Se há uma coisa que o conferencista aprendeu nos anos em que passou entrevistando as melhores cabeças do mundo dos negócios é que os grandes gerentes de fato, e os líderes que servem verdadeiramente de inspiração, são mais raros do que se imagina. “Alguns de vocês presentes hoje neste auditório talvez não tenham esse talento”, disse. “Nesse caso, administrar o que quer que seja torna-se uma tarefa ingrata.”
Damas x xadrez Como distinguir um gerente bom de outro ruim? Segundo Buckingham, é simples: os maus gerentes jogam damas; os bons, xadrez. O bom gerente sabe que nem todos os empregados trabalham da mesma forma. Eles sabem que, para ter sucesso, precisam posicionar seus subordinados de tal modo que possam utilizar seus pontos fortes. “Os grandes gerentes sabem que não dispõem de dez excelentes vendedores sob seu comando. Trata-se, na verdade, de dez indivíduos sob suas ordens [...] O bom gerente sabe como ninguém identificar as diferenças específicas que distinguem cada um deles e como tirar proveito delas.”
Pode parecer um raciocínio elementar, porém basta olhar rapidamente para o mundo dos negócios para chegar à conclusão de que muitas empresas ainda não compreenderam essa idéia básica: a necessidade de pôr para funcionar os pontos fortes das pessoas, disse Buckingham. Isso acontece porque o mundo corporativo — e as pessoas de modo geral — vive obcecado pelas fraquezas dos indivíduos e está sempre imaginando um meio de saná-las. Buckingham citou uma pesquisa recente em que se perguntava aos trabalhadores se eles achavam que para ter sucesso profissionalmente seria preciso corrigir seus pontos fracos ou desenvolver seus pontos fortes. Dos entrevistados, 59% escolheram a primeira opção.
“O bom gerente percebe a insensatez desse tipo de coisa”, disse Buckingham, que já entrevistou alguns dos líderes mais bem-sucedidos para escrever seus livros. “Um gerente capaz sabe que para obter o maior retorno possível deve investir nos pontos fortes do profissional.” Buckingham já viu esse estilo de gestão funcionar. O problema é que ele é pouco freqüente. Muita gente gasta tempo demais fazendo coisas que não gosta de fazer, ou simplesmente não são boas no que fazem.
Buckingham é co-autor de um livro intitulado Agora, descubra seus pontos fortes. Sua expectativa com a obra é desencadear uma revolução na área de gestão que force os gerentes a se concentrarem nos pontos positivos. No livro, Buckingham e Donald O. Clifton apresentam 34 perfis diferentes de profissionais — “Aprendiz”, “Criativo”, entre outros — e oferecem conselhos para que cada personalidade possa dar o melhor de si. “Muita gente simplesmente não utiliza o talento que tem no local de trabalho”, disse Buckingham.
De que maneira, então, os gerentes poderiam explorar os talentos que têm em suas empresas? Buckingham disse que um primeiro passo seria determinar aquilo em que seus funcionários mais se destacam. As tarefas que aprendem com maior rapidez, os talentos que manifestam naturalmente e as atividades para as quais se sentem capacitados são bons indicadores do seu potencial. Descobertos seus pontos fortes, um bom gerente vai querer usá-los. “A empresa só terá sucesso no momento em que você puder contar com o maior número possível de pontos fortes em ação”, disse Buckingham.
Otimismo e ego Administrar os empregados com sucesso é um talento raro. Mais raro ainda, disse Buckingham, é a capacidade de liderar. Nem todos os bons gerentes são necessariamente bons líderes.
“Creio que existe de fato uma diferença bastante incisiva entre gestão e liderança”, disse Buckingham. A principal responsabilidade de um líder, por exemplo, “consiste em reunir pessoas tendo em vista um futuro melhor. Se você é líder, é melhor que seja otimista ao extremo. Não importa se sua personalidade é mais ou menos contagiante, nada poderá solapar a crença do líder de que as coisas podem e devem melhorar. Esse é um sentimento que, de uma forma ou de outra, tem de estar presente”.
Juntamente com esse otimismo, os grandes líderes muitas vezes trazem consigo egos enormes — o que não é mau em si mesmo. Embora muita gente tenha lançado a culpa pela recente série de escândalos que abalou o mundo dos negócios — Enron, WorldCom e outras — sobre os egos inflados dos executivos, Buckingham discorda. Não foi o ego que arruinou Ken Lay, e sim a falta de ética. Existe uma diferença muito grande, disse o conferencista. Tendo em vista a responsabilidade que se coloca diante da liderança corporativa no que diz respeito à construção do futuro de suas companhias, talvez um ego inflado seja exatamente aquilo de que as empresas precisam.
“Para liderar, o indivíduo tem de ter arraigada em sua mente a crença de que estará à frente de outros, e de que cabe a ele impeli-los na direção de um futuro melhor”, disse Buckingham. “Não há praticamente coisa alguma em um líder que lembre humildade. Não estou dizendo que eles são sujeitos arrogantes, e sim que apostam sempre alto. Buckingham disse que os líderes de sucesso precisam descobrir uma “verdade universal” e orientar seus seguidores em sua direção. Essas verdades universais são produtos de necessidades, medos e desejos básicos dos seres humanos, e unem as pessoas de todas as culturas. Também constituem excelentes ferramentas de liderança.
Tome-se, por exemplo, um dos maiores receios humanos — o medo do futuro. “Todos nós compartilhamos do temor do desconhecido”, disse Buckingham. “O problema do líder moderno, evidentemente, é que ele trabalha com o futuro”. Buckingham observou que alguns dos líderes mais geniais venceram esse medo — e instilaram confiança em seus liderados — por meio de uma arma que manejam com grande perícia: a clareza.
Ao apresentar uma mensagem clara, respaldada com ações que tendem a fortalecê-la, gerentes do alto escalão de empresas como a Tesco, Best Buy e Wal-Mart foram capazes de congregar seus empregados em torno de suas organizações com excelentes resultados na conta de lucros, assinalou Buckingham. “Para transformar a ansiedade em confiança não há nada melhor do que a clareza. Seja claro, a clareza é o melhor antídoto contra a ansiedade. Por menos que você faça como líder, nunca abra mão da clareza.”
O ex-prefeito de Nova York, Giuliani, deu um bom exemplo de liderança eficaz por meio da clareza, disse Buckingham. Quando assumiu, em 1993, ele poderia ter dado atenção a qualquer um dos inúmeros problemas de Nova York, coisa que não falta à maior cidade dos EUA.
Giuliani, porém, estabeleceu um objetivo específico, claro, e se concentrou nele. Sua meta era reduzir o índice de criminalidade e melhorar a qualidade de vida da população. Para isso, definiu três estratégias simples: em primeiro lugar, anunciou que acabaria com os lavadores de pára-brisas que atormentavam a vida dos motoristas da cidade; em segundo lugar, limparia as pichações do metrô e manteria os vândalos à distância; por último, obrigaria todos os taxistas a usar camisa de gola. Superficialmente, pareciam medidas secundárias; para os nova-iorquinos, porém, foram importantes. Ao estabelecer três objetivos imediatos — e colocando-os em prática—, Giuliani instilou confiança na população e respeito entre seu pessoal. A confiança conquistada estendeu-se a desafios maiores, e poucos anos depois de Giuliani assumir a prefeitura, o FBI declarou Nova York a cidade mais segura dos EUA. “O melhor a fazer, num primeiro momento, é trabalhar com poucas áreas”, disse Buckingham.
Clareza de propósito sempre foi também um fator de sucesso para a Tesco, a gigante do segmento alimentício britânico com mais de 2.000 lojas e 360.000 empregados no mundo todo. Quando Terry Leahy assumiu a direção executiva da empresa, em 1997, determinou que, daquele momento em diante, a companhia colocaria as donas de casa do mundo todo em primeiro lugar. Em seguida, fez uma coisa para provar que acreditava no que dizia: aumentou o número de caixas nas lojas, o que acarretou um aumento significativo de custos, mas também conquistou a clientela e passou uma mensagem para seus funcionários: seu papel ali consistia em oferecer um serviço cortês e eficiente.
“Esse tipo de clareza instila confiança nas pessoas”, disse Buckingham. Atualmente, a Tesco é uma das três maiores varejistas do mundo, e o sucesso de Leahy nos dá uma excelente lição de liderança. “Quem quiser ser líder, deve começar pelo futuro”, disse Buckingham. “Seja específico. Aja com empolgação.” |
Publicado em: 07/09/2005 |
segunda-feira, 30 de março de 2009
Como Não Perder uma Vaga de Emprego
O que vai te eliminar em um processo seletivo para “aquela” vaga, ou mesmo fazer com que você não consiga sobreviver no emprego, é a falta de experiência e conhecimento específico sobre as funções do cargo, correto?
Errado! Ou melhor, quase sempre errado. Tudo bem que se você se atrapalhar completamente com as tarefas técnicas fica impossível trabalhar, mas o que tenho observado como gestor de RH é que na maioria das vezes as pessoas perdem seus cargos (ou deixam de ser contratadas) por motivos que nem sempre tem a ver com capacitação técnica.
O problema é EDUCAÇÃO mesmo, não no sentido de instrução, mas no sentido de não ser mal educado, rabugento, grosso, intratável.
Mais uma vez, e sem muito espanto, vi um profissional perder uma vaga, única e exclusivamente por falta de educação. Seu currículo chegou às minhas mãos através de uma headhunter, e imediatamente encaminhei ao setor técnico responsável por fazer a primeira entrevista. Minutos depois me chamaram, e eis o que ouvi do responsável:
__Bruno, de onde veio este currículo?
__ Chegou às minhas mão através da headhunter, porque?
__ Bem… Porque é uma pessoa de extrema experiência, conhece profundamente o mercado e seria ideal para a função em questão!
__ Então posso chamá-lo para uma entrevista?
__ Não! Não pode!
__ Mas você não acabou de dizer que tem extrema experiência?
__ Sim, tem… Experiência técnica, e muita! Mas é intratável. Mal educado, grita com os fornecedores, impaciente ao extremo, um bocado altivo e às vezes acha que tem o rei na barriga. Já trabalhei com ele, aliás fora daqui somos bons colegas, mas não o quero trabalhando conosco.
Pois bem senhores, eis aí o fato. Um sujeito totalmente competente tecnicamente, se candidata a uma vaga para a qual estávamos com urgência precisando de alguém, e a perde por ser um grande de um mal educado.
Esta situação reflete parte do que vem acontecendo no mundo empresarial ultimamente. As empresas estão se tornando mais civilizadas, educadas, preocupadas com o bem-estar e a “saúde mental” de seus profissionais.
Não adoram mais o super vendedor que passa por cima de tudo e todos para atingir suas metas, ou aquele cara que é o “crânio” em pessoa, mas tem a sensibilidade de uma barra de ferro.
Vejo que cada vez mais as empresas estão dispostas a abrir mão de alguma excelência técnica em nome de contratar pessoas que saibam conviver de forma educada, civilizada e saudável. Isto porque não é tão difícil ensinar alguém a usar o excel, fazer um relatório ou interpretar uma planilha, mas é quase impossível pegar um mal educado e transformá-lo numa pessoa decente para se conviver.
Jamais descuide de suas competências técnicas, elas são extremamente importantes. Mas tenha em mente que hoje,mais do que bons profissionais, as empresas procuram boas pessoas.
(Autor: Bruno Soalheiro)
sexta-feira, 20 de março de 2009
Será mesmo que vc é SUBSTITUIVEL?
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E o Beethoven?
- Como? - encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven?
Silêncio.
Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Zico?
Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar 'seus gaps'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo... O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas´ de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
"Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único....com toda certeza ninguém te substituirá.(Autor desconhecido)
quinta-feira, 12 de março de 2009
De: Diretor Presidente
Para: Gerente
Na próxima sexta-feira, aproximadamente às 17:00 horas, o cometa Halley estará nesta área. Trata-se de um evento que ocorre somente a cada 76 anos.
Assim, por favor, reunam os funcionários no pátio da fábrica, todos usando capacete de seguranca, quando explicarei o fenomeno a eles.
Se estiver chovendo, nao poderemos ver o raro espetáculo a olho nu, sendo assim, todos deverão se dirigir ao refeitório, onde será exibido um filme documentário sobre o cometa Halley.
De: Gerente
Para: Supervisor
Por ordem do Diretor Presidente, na sexta-feira, as 17:00 horas, o cometa Halley vai aparecer sobre a fábrica. Se chover, por favor, reunam os
funcionários, todos de capacete de seguranca, e os encaminhem ao refeitório, onde o raro fenômeno terá lugar, o que acontece a cada 76 anos a olho nu.
De: Supervisor
Para: Chefe de Produção
A convite do nosso querido Diretor, o cientista Halley, de 76 anos, vai aparecer nu no refeitório da fábrica usando capacete, pois vai ser
apresentado um filme sobre o problema da chuva na segurança.
O Diretor levará a demonstração para o pátio da fábrica.
De: Chefe de Producao
Para: Mestre
Na sexta-feira, as 17:00 horas, o Diretor, pela primeira vez em 76 anos, vai aparecer no refeitório da fábrica para filmar o Halley nu, o cientista famoso e sua equipe.
Todo mundo deve estar lá de capacete, pois vai ser apresentado um show sobre a segurança na chuva.
O Diretor levará a banda para o patio da fábrica.
De: Mestre
Para: Funcionário
Todo mundo nu, sem exceção, deve estar com os seguranças no pátio da fábrica na próxima sexta-feira, as 17:00 horas, pois os manda-chuva (o Diretor) e o Sr.Halley, guitarrista famoso, estarão lá para mostrar o raro filme
"Dançando na Chuva" .
Caso comece a chover mesmo, é para ir pro refeitório de capacete na mesma hora.
O show será lá, o que ocorre a cada 76 anos.
AVISO PARA TODOS:
Na sexta-feira o chefe da Diretoria vai fazer 76 anos, e liberou geral pra festa, as 17:00 horas no refeitório. Vai estar lá, pago pelo manda-chuva,
Bill Halley e seus cometas.
Todo mundo deve estar nu e de capacete, porque a banda é muito louca e o rock vai rolar solto no pátio, mesmo com chuva.
Autor Desconhecido