segunda-feira, 30 de abril de 2012

Gestão Eficaz do Tempo, RONA Editora Ltda.

Encerramos neste dia 27/04/2012, o Curso "Gestão Eficaz do Tempo", para a Equipe Comercial da RONA Editora Ltda., como parte do PDI (Programa de Desenvolvimento Individual), aplicado pela WCCI (World Class Company Institute). O curso foi ministrado pelo Prof. José Luciano Silveira Furtado, da Fleury Furtado Gestão e Marketing Ltda.
A RONA Editora Ltda., como sempre, preocupada com o desenvolvimento de seus colaboradores.





Desejamos a toda a equipe, muito sucesso na vida profissional e pessoal!

José Luciano S. Furtado

segunda-feira, 5 de março de 2012

Físico prevê o fim dos computadores


O físico teórico Michio Kaku, professor da Universidade de Nova York e
co-criador da "Teoria das Cordas", afirmou que o computador como o
conhecemos hoje terá desaparecido em 2020. “No futuro, eles estarão em
todos os lugares e em lugar nenhum”, disse o cientista durante
Palestra realizada na Campus Party em 11 de fevereiro.
Na ocasião, Kaku fez um exercício de futurologia mostrando como será o
mundo nos próximos 30 anos. Segundo ele, tanto os computadores como a
internet serão como a eletricidade é hoje. “Ambos estarão presentes
nos tetos, no subsolo, nas paredes e nos aparelhos”, afirmou.
O professor da Universidade de Nova York foi além e disse que a
internet estará nos óculos e nas lentes de contato das pessoas. “Você
será capaz de ver todas as informações biográficas de um individuo só
olhando para ele. Encontrar sua alma gêmea será tarefa fácil”,
brincou.
Outra revolução que está a caminho é na área da medicina. Kaku afirmou
que, em um futuro próximo, a tecnologia levará o homem a um estado
perfeito de saúde. Segundo ele, o câncer irá desaparecer. "Escrevam
isso: a palavra tumor não mais existirá na nossa língua".
Na visão do físico, as pílulas terão chips e microcâmeras que
escanearão o corpo humano por dentro. Uma vez localizada a ameaça,
nano-robôs serão introduzidos para combater o câncer célula por célula
sem a necessidade de cirurgias ou intervenção direta dos médicos.
Kaku também acrescentou que o câncer e outras doenças serão
diagnosticadas com anos de antecedência graças a vasos sanitários que
monitoram a saúde. “Os banheiros serão equipados com inteligência
artificial capaz de analisar os resíduos corporais e identificar o
surgimento de uma doença com muita antecedência. Neste futuro, Steve
Jobs não teria morrido”, enfatizou.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Formatura da turma de Marketing 08/09 da Fatec Comércio BH

Aconteceu, no dia 14/02/2012, a Colação de Grau da turma de Marketing 08/09 da Fatec Comércio BH. São novos profissionais, altamente qualificados, para o Mercado de Trabalho. Eu, José Luciano, me sinto imensamente honrado por ter participado da formação desta turma. Desejo todo o sucesso aos novos profissionais de Marketing.
Na oportunidade, fui homenageado pela turma, fato que me causou muita felicidade e emoção. Grato a todos!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Corredores de Compras em BH


Celeiros de oportunidades
Texto: Ana Elizabeth Diniz - Revista Viver Brasil
Polos de moda, no Barro Preto, e de móveis, na Silviano Brandão, atraem milhares de compradores
Perspectiva da obra de revitalização no Barro Preto: novo referencial urbano
O velho ditado “a união faz a força” parece adequado quando se pretende definir o fenômeno natural que ocorre no Barro Preto, polo de moda, e na avenida Silviano Brandão, uma concentração a céu aberto de revendas de móveis. Esses corredores de compra são um ótimo negócio para quem vende e para quem compra. 
Para José Luciano Silveira Furtado, professor de marketing da Faculdade de Tecnologia do Comércio (Fatec-BH), “concentrar lojas de um segmento específico em um determinado local é uma tendência mundial. As primeiras lojas começam a se estabelecer e com o sucesso que obtêm, outras passam a migrar para a mesma região. Um dos fatores preponderantes do sucesso desses corredores é que os compradores podem fazer esse percurso a pé e comparar preços, tudo com muita comodidade”.
Os corredores de compras acabam estabelecendo a competitividade de preço, mas até certo limite. “O que se percebe é que acaba existindo informalmente um equilíbrio de preço na região e isso para o consumidor é bom porque ele tem mais poder de barganha. Os comerciantes também se beneficiam porque o fluxo de consumidores se torna maior e eles têm mais visibilidade. Saber que há um polo concentrado de interesses estimula as compras”, comenta Furtado. 
O presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Belo Horizonte (Sindilojas-BH) Nadim Donato Filho concorda com o professor. “Esses corredores de compra, e aí eu incluo o Prado, concentram segmentos de certas áreas e isso permite que os consumidores façam suas compras com foco no produto que desejam. Aí eles encontram mais variedade, qualidade e preço e se estabelece a concorrência saudável. Quanto mais o lojista faz, mais ele atrai consumidores”.
Esse modelo de compras começa a se fortalecer na cidade, à margem dos shoppings. “O consumidor está voltando a fazer compras perto da sua casa, onde pode ir a pé, não tem que enfrentar o trânsito caótico do hipercentro e nem os estacionamentos. Essas lojas estão se tornando mais atrativas, mudando seu leiaute, diversificando marcas e aumentando o mix de produtos. O próprio Sindilojas tem realizado campanhas nesse sentido”, comenta Nadim. 
Esse modelo de compras começa a se fortalecer na cidade, à margem dos shoppings. “O consumidor está voltando a fazer compras perto da sua casa, onde pode ir a pé, não tem que enfrentar o trânsito caótico do hipercentro e nem os estacionamentos. Essas lojas estão se tornando mais atrativas, mudando seu leiaute, diversificando marcas e aumentando o mix de produtos. O próprio Sindilojas tem realizado campanhas nesse sentido”, comenta Nadim. 
O presidente da Associação dos Comerciantes do Barro Preto (Ascobap), Marco Polo Viriato Rolim, diz que o segmento têxtil é o segundo maior empregador da indústria de transformação. “O polo de moda do Barro Preto concentra mais de 1 mil empreendimentos do segmento têxtil, incluindo confecções, bordados, lavanderias, maquinário, oficinas de modelagem e estilo e mais de 400 pronta-entregas. Passam diariamente pela região perto de 350 mil pessoas, número que aumenta muito nos fins de semana”.
Rolim ressalta o bom astral do bairro. “Em qualquer hora do dia que você for ao Barro Preto vai perceber uma ótima energia, movimento nas lojas e um ritmo intenso de pessoas. O mais bacana é que o bairro se tornou um seleiro de oportunidades. Já aconteceu de grandes confecções terem começado suas atividades aqui, crescerem, ir para outras regiões, mas algumas voltaram porque perceberam o grande potencial da região”.
O polo da moda do Barro Preto gera mais de 5 mil empregos diretos e mais de 30 mil indiretos em todo o estado. “Isso porque muito da moda que é vendida aqui é produzida em outras cidades ou mesmo nos arredores da cidade. Muitos lojistas preferem manter suas fábricas fora do bairro que tem um aluguel muito alto”, analisa Rolim. 


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Que possamos nos orgulhar do Brasil em 2012

Apesar de não ser o foco deste Blog, não poderia deixar de compartilhar a coluna da Ruth de Aquino, publicada na Revista Época de 29/12/2011, onde a editora da revista, expressa, de forma contundente, a nossa indignação com os rumos tomados pelo nosso país, devido ao descaso e roubos dos nossos políticos, mostrando que não existe mais espaço para estas atitudes no cenário atual.
Torcendo para que não tenhamos, no final de 2012, estes motivos para nos indignar, desejo a todos um Feliz e Próspero 2012, com mais consciência e descência por parte daqueles que foram eleitos para nos representar.


10 razões para se indignar

Os 10 motivos para indignação listados no Natal passado mudaram pouco. Faltou atitude nossa?

RUTH DE AQUINO
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RUTH DE AQUINO  é colunista de ÉPOCA raquino@edglobo.com.br (Foto: ÉPOCA)
O ano é outro. O presidente também. Mas os 10 motivos de indignação listados no Natal passado mudaram pouco. Faltou vontade política ou atitude nossa? Ou ambos? Sete itens continuaram os mesmos, atualizados com informações de 2011. Há três novidades: seria uma injustiça deixar de fora o Supremo Tribunal Federal, o Enem e os ministros herdados por Dilma.
Aí vai a lista deste ano. Conseguiremos reduzir?
1) A falta de saneamento e habitação decente para os mais pobres. O número de brasileiros em favelas dobrou em uma década, segundo o IBGE. Em dois anos de Fernando Henrique e oito de Lula, passamos a ter 11,4 milhões de brasileiros em favelas. A população carente cresce mais que famílias de outras classes sociais. E não se discute planejamento familiar porque a Igreja não deixa.
2) O escândalo do Enem, um exame até agora em suspenso devido a vazamentos e confusões em cálculos de notas. E o analfabetismo no Brasil, maior que no Zimbábue. No ano passado, éramos a oitava economia mundial, mas em breve seremos a sexta. Quando a educação será nossa prioridade em número de alunos e qualidade de instrução?
3) Os absurdos privilégios dos deputados e senadores, que aprovam aumentos para si mesmos e, além de receber 15 salários por ano, dispõem de verba extra indecente: cerca de R$ 30 mil mensais, para gasolina, alimentação, correio, telefone, gráfica. Além de todas as mordomias, os deputados esperneiam para aumentar a verba mensal de gabinete de cada um, de R$ 60 mil para R$ 80 mil. O que fazem os secretários dos deputados? O Congresso entende o momento da economia ou precisa explicar?
4) A impunidade de corruptos nos Poderes. Exonerar meia dúzia de ministros não basta. A Controladoria-Geral da União acaba de revelar que R$ 67 milhões devem ter sido desviados pelo Turismo do ex-ministro Pedro Novais. Duvido que seja tão pouco. Melhor mesmo é esquecer palavras como “desvio” e “malfeito” e chamar pelo nome real: roubo.
5) A agressividade no trânsito, que torna o Brasil recordista em mortes em acidentes. A novidade em 2011 é que chegamos ao maior número de vítimas em 15 anos. Já são 40.610 mortos no trânsito, média de 111 por dia, 4,6 por hora, mais de um morto a cada 15 minutos. Uma das causas é o aumento das motos. Morreram mais motociclistas que pedestres.
Os 10 motivos para indignação listados no Natal passado mudaram pouco. Faltou atitude nossa? 
6) A falta de educação da elite brasileira. Boa parcela de ricos desenvolve falta de educação associada à arrogância e à crença na impunidade. Joga lixo nas praias e da janela de carros importados, dá festanças ignorando a lei do silêncio, viola a legislação ambiental e sempre quer levar vantagem. Esse item continua igualzinho ao ano passado.
7) Os impostos escorchantes, que não resultam em benefício para quem precisa. Cartéis punem o consumidor e tornam produtos e passagens aéreas no Brasil muito mais caros. Outro item igual ao ano passado, com um agravante: o custo de vida está bem mais alto. Habitação e alimentação estão caríssimos e até os estrangeiros reclamam.
8) A falta de um sistema de saúde pública eficiente. Grávidas ou velhos morrendo em fila de hospital ou por falta de leitos e médicos é inaceitável. Dentro desse quadro, impressiona ainda mais o abandono, no Rio de Janeiro, de um prédio do Ministério da Saúde construído para abrigar o Instituto do Cérebro, que seria o maior serviço de neurocirurgia da América Latina. O prédio tem 56 leitos para internação, dez para UTI, e também baratas, fezes de pombos, poeira e cupins.
9) A deficiência de transporte de massas, num país que fez opção equivocada pelo carro e hoje paga o preço de engarrafamentos monstruosos. Metrôs e trens, ligados a uma rede de ônibus sem ranço de máfias, deveriam transportar todas as classes sociais. O chato é que tem sempre os ricos de Higienópolis (SP) e Ipanema (RJ) que não querem metrô em sua esquina porque traz uma gente “diferenciada” de outros bairros.
10) O descolamento do Supremo Tribunal Federal da realidade do país. Os meritíssimos juízes estão cada vez menos ágeis nas votações que interessam à população, como é o caso da Lei da Ficha Limpa e o escândalo do mensalão. Mas, quando o interesse é próprio, são rápidos até demais. Bom lembrar que não são todos os ministros que aprovam a conduta do STF este ano.
Indigne-se, mas não seja chato. Contribua para a mudança. Melhor ser um indignado otimista que um resignado deprimido. Espero, em 2012, escrever “10 razões para comemorar”. Boas festas!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Incentivos em Busca de Resultados.


Veja, nesta matéria da revista LIDERANÇA, as estratégias que empresas vêm adotando para Incentivar a Busca de Resultados.
Use a sua criatividade e motive a sua equipe em 2012:


Incentivos e Resultados III

publicado em 28/12/2011
Mensalmente, a revista Liderança (www.lideraonline.com.br) publica uma seção conhecida como Incentivos e Resultados. Seu propósito é descobrir e contar ideias, novidades e iniciativas sobre motivação e inspiração de pessoas, aplicadas em diversas empresas e que podem ser úteis à sua instituição. Os exemplos a seguir foram divulgados pela revista na edição de novembro/dezembro deste ano:
Vale um voucher– Diante da dificuldade de encontrar profissionais qualificados e com o perfil procurado pela empresa, a gestora de RH da distribuidora de vinhos e alimentos finos Casa Montez, Clarissa Fagundes, implementou um sistema em que cada funcionário que indica alguém para uma vaga ganha um voucher para consumo em estabelecimentos parceiros. Caso a pessoa indicada seja contratada e permaneça na empresa por pelo menos seis meses, o funcionário ganha nova premiação. “Atuamos em um setor em que é cada vez mais difícil encontrar o perfil necessário de colaborador, por isso, a ajuda de funcionários que já conhecem nosso sistema é tão importante e devidamente premiada”, destaca a gestora.  
Foco na qualidade de vida e no ambiente agradável – Proporcionar um ambiente agradável, incentivar e oferecer melhor qualidade de vida foram os principais objetivos da Cadastra, primeira agência de Search Engine Marketing do País, ao iniciar uma série de campanhas de endomarketing com seus colaboradores. Entre as ações sazonais realizadas estão: especiais de Dia da Mulher, Dia do Trabalho, Páscoa, Dia da Pizza, festas, campanhas de doação, além de uma série de ações fixas durante os calendários semanais e mensais.
A Cadastra também estabeleceu outras políticas que funcionam como endomarketing, auxiliando no desenvolvimento dos profissionais, como: plano de cargos e salários atrelado ao programa de avaliação de desempenho, cursos de inglês in company, cursos de pós-graduação, treinamentos específicos, entre outros. Para Priscila Albrecht, analista de RH da Cadastra em São Paulo, essas campanhas são importantes para que os colaboradores se sintam valorizados e reconhecidos pela empresa. “Acreditamos que por meio dessas ações o profissional se sente parte integrante da companhia. Para nós, é muito importante que ele perceba que a empresa se preocupa com sua saúde ao realizar a ginástica laboral, por exemplo. Além do que, tais ações refletem, mesmo que indiretamente, na qualidade e na dedicação às suas atividades”, afirma.
Café com o presidente – A Pure Bros, empresa de tecnologia móvel, iniciou a série de eventos Café com o Presidente – uma prática comum em grandes corporações para fortalecer e alinhar as estratégias da empresa, por meio de um canal de comunicação direto com o principal executivo da organização. Na Pure Bros, os encontros têm uma hora de duração e reúnem, informalmente, os colaboradores de diversas áreas para um bate-papo com o CEO Fernando Dias. O objetivo é promover um momento de integração, de troca de ideias e debate sobre a empresa e o mercado. “É importante estreitar o relacionamento e desenvolver ações em grupo de forma colaborativa. Além de ser mais um canal de comunicação, tira-se também o estigma de o CEO ser inatingível”, garante o presidente.
Pepsico aposta no engajamento para reter talentos – Com o aquecimento do mercado e a busca pelos melhores talentos, a Pepsico, fabricante dos produtos das marcas Quaker®, Coqueiro®, Elma Chips®, entre outros, está atenta não apenas em atrair profissionais capacitados, como também em oferecer programas para engajá-los, capacitá-los e retê-los. Para tanto, desenvolveu no Brasil um programa inédito de gestão de talentos chamado Roket (Retention of Key Talents, ou Retenção de Talentos-chave, em português), que identifica os profissionais considerados críticos para a companhia e diagnostica quais são os fatores que os engajam e que os retém na empresa. Quer saber como funciona o Roket? Acesse o nosso site, na seção Lidera Pluswww.lideraonline.com.br/artigo/50925-incentivos-e-resultados.html e descubra esse diferencial.
Um grande abraço, um próspero 2012 e até a semana que vem.
Júlio Clebsch
Editor da revista Liderança